Trabalhadores da Torre paralisam atividades em Aracaju e Socorro

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Os trabalhadores que fazem a limpeza pública em Aracaju e Nossa Senhora do Socorro, pela Torre, suspenderam os serviços que prestam nos dois municípios. O fato levou a indignação da empresa, que saiu com nota pública de repúdio pela paralisação inesperada.

Diz a nota pública:

A Torre Empreendimentos vem a público lamentar e repudiar a ação ilegal e intempestiva do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública e Comercial de Sergipe (Sindelimp), que acabou por suspender as atividades da empresa nos municípios de Aracaju e Nossa Senhora do Socorro.

Por conta de uma manobra estranha e de uma paralisação inesperada, sem qualquer diálogo com a empresa, o município de Nossa Senhora do Socorro está hoje sem os serviços de coleta, varrição, limpeza geral e outros. Já Aracaju sofrerá sem a limpeza geral, varrição, roçagem mecanizada, entre outros.

Por isso a Torre explica ao público o que aconteceu:

1-    Em meados de novembro a TORRE recebeu uma notificação do SINDELIMP apontando genericamente várias irregularidades trabalhistas;

2- A TORRE respondeu ao sindicato informando que não tinha conhecimento de nenhuma irregularidade, que nenhum trabalhador procurou o RH da empresa para registrar qualquer reclamação e, que diante destes fatos, contranotificou o SINDELIMP a, no prazo de 24 horas, apresentar a relação dos trabalhadores e suas queixas;

3- A empresa não recebeu nenhuma resposta;

4- Ontem às 16 horas e 21 minutos (16:21 h ) a Torre recebeu um e-mail do vice-presidente do Sindilimp, Anderson Vidal, apontando supostos problemas, envolvendo temas como a ausência de controle de ponto, pagamento de 13º, plano de saúde, atrasos em salários e benefícios e outros;

5-      O sindicalista concedeu um prazo de 24 horas para que a Torre se pronunciasse sobre as supostas irregularidades.

6- Eis que a empresa foi surpreendida hoje, por volta das 6:00 horas da manhã, quando o sindicato não aguardou sequer o prazo concedido por ele mesmo e realizou uma assembleia, na porta da empresa, mandando os trabalhadores de volta para casa, alegando que eles estariam sem receber o vale refeição e cesta básica.

Além de descumprir o seu próprio prazo, o sindicato atropelou a legislação, pois no caso da prestação de serviços essenciais à comunidade, o comunicado de paralisação deve ser feito com 72 horas de antecedência – o que não aconteceu, já que o sindicato entrou em contato com a empresa, por e-mail, ontem à tarde. Também não foi mantido o percentual mínimo de 30% trabalhadores atuando, conforme prevê a legislação.

Deixando clara a intensão de tumultuar e prejudicar o trabalho prestado à comunidade, os sindicalistas foram ao centro da cidade e também em algumas avenidas buscar as equipes que já haviam saído para trabalhar e impedindo o exercício das suas funções.

A ação injustificada deixou a empresa sem condições de ao menos discutir os supostos problemas. Vale ressaltar que o sindicato e/ou trabalhadores nunca foram comunicar ao departamento de RH da Torre, suas reclamações, o que seria o procedimento correto.

A Torre Empreendimentos ressalta o seu mais alto compromisso com os seus colaboradores, sendo que a empresa não desobedece a legislação trabalhista. As denúncias do sindicato causam estranheza, já que a Torre sempre respeitou rigorosamente todos os direitos e encargos trabalhistas, nos seus devidos prazos legais, nos mais de 24 anos de serviços prestados neste estado – e não tinha conhecimento de nenhuma falha ocorrida durante a vigência de qualquer contrato de trabalho.

Lembrando ainda que o 5º dia útil do mês é amanhã; que o comunicado com 72 horas de antecedência a paralisações não foi enviado e que nem mesmo o prazo dado pelo próprio sindicato foi respeitado, a Torre lamenta a situação e espera o encerramento deste impasse, para que os trabalhos sejam retomados o quanto antes e a população não sofra com estes jogos de interesse.

Aracaju, 06 de dezembro de 2017

Torre Empreendimentos

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