Desafio pela frente

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Eleito no último sábado presidente estadual do PSDB, durante Convenção do Diretório Estadual, o senador Eduardo Amorim terá pela frente o desafio de amenizar a imagem desgastada do partido pelos atos do seu presidente afastado, senador Aécio Neves, envolvido na lava jato ao ter sido flagrado cobrando R$ 2 milhões de propinas a empresários da JBS para pagar advogados.

Como presidente eleito, Eduardo Amorim disse à coluna que não acredita no desgaste do PSDB por conta do episódio Aécio Neves. “Cada um é responsável pelas suas atitudes. Ninguém pode ser responsabilizado pelas atitudes dos outros. Tem gente que deu sua vida para construir o partido. Foram mais de 30 anos de luta para construir o partido. O momento agora é de reconstrução, de um novo norte. Não temo desgaste”, frisou.

Com relação a disputa pelo comando da presidência nacional do PSDB, cuja eleição acontecerá no dia 9 de dezembro, na convenção nacional do partido, entre o senador Tasso Jereissati e o governador Marconi Perillo (Goias), disse que espera um entendimento. “Mas se não tiver faz parte da democracia, onde prevalece a vontade da maioria”, afirmou, demonstrando simpatia por Jereissati por ser seu colega no Senado.

Já com relação a disputa entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, João Dória, para a presidência da República em 2018 pelo PSDB, o presidente eleito do partido em Sergipe disse ter uma boa relação com os dois. Todavia, demonstrou preferência por Alckmin por ser médico anestesista como ele.

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