O cerco tá fechando

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A situação da ex-presidente da Assembleia Legislativa, conselheira Angélica Guimarães, vem se complicando no caso das verbas de subvenção. Ontem, a juíza da 18ª Vara Cível, Fabiana Oliveira de Castro, decretou a indisponibilidade dos seus bens no valor de R$ 1,5 milhão, correspondente a sua quota da subvenção. Fez isso um dia após ter determinado um prazo de 15 dias para a ex-parlamentar apresentar defesa prévia da acusação de pagamento indevido e irregular das verbas de subvenção de 2014.

Essas foram às posições iniciais da magistrada com relação à Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) em que é pedido que Angélica Guimarães devolva aos cofres públicos os R$ 36 milhões repassados em 2014 para os deputados, com cada um recebendo R$ 1,5 milhão. Assim como indenização por dano à imagem da Assembleia no valor de R$ 7,5 milhões e perda do cargo de conselheira.

Angélica Guimarães destinou as suas verbas de subvenção em 2014, ano de eleição, para quatro entidades, sendo uma delas administrada pela sua mãe, em Japoatã. Para esta entidade, que leva o seu nome, foi destinado mais de R$ 500 mil.

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