Nosso grupo é de ficha limpa e nossa estrutura é o voto popular”, anuncia Valadares

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“Eles dizem que não temos grupo e nem estrutura. O grupo do PSB é o grupo da  ficha limpa e a estrutura é a que ninguém tem, a do voto popular”, anunciou o senador Antonio Carlos Valadares  , presidente de honra do PSB/SE, durante o lançamento da pré-candidatura de Valadares Filho ao Governo de Sergipe, ocorrido durante plenária na sede do partido, na manhã desta sexta-feira (08).

Aliada à pré-candidatura de Valadares Filho, atualmente deputado federal e presidente estadual do PSB/SE, também foi  lançada a pré-candidatura do advogado e presidente da OAB/SE, Henri Clay, filiado ao PPL,  ao Senado Federal. Além do PPL, marcaram presença alguns dirigentes partidários do PTB, PRTB e PROS, lideranças, vereadores, prefeitos, vice-prefeitos e ex-prefeitos sergipanos.

O pronunciamento do  senador Valadares foi uma reação à campanha negativa espalhada por adversários na tentativa de anular o projeto de renovação política no estado de Sergipe. ” Em todas as pesquisas e consultas feitas por eles, a preferência não está com quem vinculação à máquina estadual ou federal. A preferência popular é por quem está desvinculado destas duas máquinas”, explicou, referindo-se à continuidade da gestão Jackson Barreto na pessoa de Belivaldo Chagas e vinculação política de André Moura ao presidente da República, Michel Temer, a quem representa como líder do governo na Câmara dos Deputados.

Valadares criticou duas medidas do presidente Temer que se configuram maldades contra o povo sergipano. ” Na semana passada, o presidente Temer assinou um decreto autorizando a venda do pré-sal de Sergipe e de Alagoas sem licitação nenhuma”, protestou, lembrando ainda que Temer retirou R$ 100 milhões de uma emenda de R$ 300 milhões, indicada por Valadares Filho, enquanto presidente da comissão de Desenvolvimento Regional, para o início da obra de construção do projeto Canal de Xingó, apontado pelo senador como a redenção do sertão sergipano.

“Na hora de crise nacional e estadual, é preciso que alguém levante a bandeira da coragem, da coerência. É preciso acreditar no povo e não em estrutura e máquina de governo. Acho que o PSB já adquiriu maturidade para entender que 87% da população não aceitam ficha suja” , reconheceu, alertando que o PSB escolheu o caminho mais difícil, encampou a luta do tostão contra o milhão, pela convicção de que o partido – referência ética nacional e estadual –  não servirá  de “bombril” para limpar a trajetória de ninguém.

” É a luta dos que acreditam no poder da ética e do trabalho contra os que não estão compromissados com as expectativas da população, ignorando a repulsa do povo pelos episódios de corrupção revelados pela operação Lava Jato”, definiu.

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