Jony não aceita pecha de traidor

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O presidente do PRB, deputado federal Jony Marcos, afirma que o seu partido está “muito satisfeito” com o apoio que recebeu do grupo de Eduardo Amorim. “Foi o agrupamento que abraçou o PRB, principalmente na pessoa de Heleno Silva que teve sua vaga de senador preterida no bloco que estávamos”.

Jony disse que não ver como “traição” a saída do PRB para a oposição, a menos de quatro meses das eleições, onde tinha cargos no governo. “Não nos sentimos traidores. Pelo contrário, tivemos as portas fechadas na nossa cara. O grupo que estávamos disse: vocês não podem disputar o senado aqui. Por que? porque tem dois partidos maior que vocês: PT e MDB. É maior mesmo. Rogério [Carvalho] foi candidato a senador  na eleição passada. A preferência é dele e de Jackson [Barreto], nós concordamos”.

“Com a definição dos nomes de Rogério e Jackson tínhamos dois caminhos: ou desistíamos da candidatura de Heleno e iríamos apoiar os dois, que foram os premiados para a vaga de senador na chapa de Belivaldo, ou iríamos procurar outro caminho no agrupamento que aceitasse Heleno”, declarou Jony.

Prosseguiu: “O grupo de Eduardo foi muito solicito. Há mais de um ano vinha dizendo que não conseguiríamos o Senado porque Jackson iria ser o candidato, mesmo tendo declarado que não seria e que se voltasse atrás o povo não votasse nele. Eduardo chegou a dizer que era estratégia política dizer que não seria candidato para acalmar os ânimos da política, mas que voltaria atrás. Nós não acreditávamos nisso. Esperávamos que as vagas seriam de Heleno e Rogério. No final prevaleceu o que disse o senador. Nosso grupo fechou a porta e o grupo de Eduardo Amorim, que há mais de um ano oferecia a vaga, garantiu o espaço”.

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