Especialista explica diferença entre Rinoplastia e Rinosseptoplastia

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Você já ouviu falar sobre Rinoplastia e Rinosseptoplastia? Ultimamente,  esses dois procedimentos tem sido bastante procurados aqui no Estado de Sergipe, por causa de seus resultados estéticos, porém existem diferenças entre eles. Por isso, convidamos a Dra. Patrícia Araújo, especialista no assunto, que irá nos esclarecer quais são essas diferenças.

Segundo a doutora, a Rinosseptoplastia é uma cirurgia estético-funcional, ou seja, que modifica, além da parte externa que molda o formato nasal, também a estrutura interna de sustentação do nariz que se chama septo nasal.

“Vale destacar que essa estrutura é composta de osso e cartilagem, e na sua correção, chamada de Septoplastia, ela é centralizada nos casos de desvios que obstruem a respiração. O Otorrinolaringologista especializado em cirurgia plástica de face está capacitado para a realização dos dois procedimentos em conjunto num único tempo cirúrgico”, comenta a especialista.

Ainda de acordo com a Otorrinolaringologista, o procedimento é indicado quando o desvio prejudica a respiração de uma das narinas, ou dos dois lados no caso de desvios mais acentuados e sinuosos.

“Raramente encontramos uma pessoa que tenha o septo totalmente reto, mas isso não significa dizer que qualquer desvio mereça correção – o grau do desvio e a sua localização que determinam a indicação. No geral, quanto mais anterior for o desvio de septo, próximo da abertura das narinas, mais obstrutivo ele é, pois esta área é mais estreita. É bom pontuar que estes desvios mais anteriores, principalmente quando localizados na ponta do nariz, podem causar também a “ponta nasal caída ou torta”. Nestes casos, a correção, além de melhorar a parte funcional, deixa a ponta nasal mais projetada ou arrebitada, o que é um efeito esteticamente desejado, principalmente nas mulheres”, diz a doutora.

Já sobre a Rinoplastia, Dra. Patrícia comenta que é um procedimento estético com o objetivo de remodelar o nariz externamente, e na maioria dos casos o paciente busca torná-lo mais harmonioso e proporcional em relação ao seu rosto.

“Atualmente, a técnica permite não só reduzir ou aumentar o tamanho do nariz, mas também refinar a ponta, alterar o ângulo entre o nariz e o lábio superior, a forma do dorso retirando aquele ossinho no alto, diminuir o tamanho de abertura das narinas, diminuir as asas, além ajustar defeitos congênitos e sequelas de traumatismos”, cita Patrícia comentando ainda que o procedimento pode restabelecer o equilíbrio na estética da face e corrigir disfunções respiratórias associadas estreitamentos morfológicos, sem necessariamente mudar a posição do septo nasal.

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