Edvaldo: nosso foco é recuperar os R$ 113 milhões do Plano de Mobilidade Urbana

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O prefeito Edvaldo Nogueira se reuniu, na manhã desta terça-feira (8), com secretários municipais e representantes da Caixa Econômica Federal para discutir o Plano Municipal de Mobilidade Urbana. O projeto, cuja elaboração e viabilização de recursos ocorreram na gestão anterior de Edvaldo, foi modificado e paralisado na administração passada, o que gerou impedimentos na liberação dos recursos. Por isso, desde que assumiu o governo municipal neste ano, o prefeito tem buscado alternativas para realinhar o programa e, assim, conseguir a liberação da verba para início das ações.

“O nosso foco é recuperar os R$ 113 milhões que estão na Caixa Econômica para poder iniciar o projeto. Isto depende da liberação do governo federal. Nosso esforço tem sido no sentido de adequar a proposta e recolocá-la em consonância com as necessidades de Aracaju. Não adianta pensar em coisas que não se adequam à realidade. A fase da megalomania já passou. Temos que pensar o plano com os recursos existentes. Precisamos salvar este projeto”, afirmou o prefeito.

Edvaldo ressaltou ainda a importância do trabalho realizado na sua administração anterior na elaboração do plano, para que solucionasse efetivamente pontos críticos do trânsito e do transporte na capital. “Foi um trabalho de fôlego, discutimos muito, observamos todos os aspectos. É um projeto que melhora a vida de Aracaju por 10 anos. Deixamos o projeto aprovado e com os recursos assegurados. Mas a gestão passada modificou, acrescentou o BRT e uma série de coisas que, ao final das contas, encareceu e tornou o plano inviável. O projeto que fizemos antes continua sendo o mais adequado.  É o que queremos retomar”, disse.

Na reunião, o consultor do instituto Rua Viva, responsável pela elaboração do projeto, engenheiro Ricardo Mendanha, apresentou as recentes alterações feitas no plano, para torná-lo apropriado aos recursos existentes. O representante da Caixa, Dulcival Santana, também explanou sobre as adequações financeiras necessárias para que a tentativa de nova liberação da verba por parte do governo federal seja possível.

Participaram da discussão os secretários Carlos Cauê (Governo), Jefferson Passos (Fazenda), Aristóteles Fernandes (Transporte e Trânsito), Sérgio Ferrari (Obras e Urbanização) e Jorge Santana (Desenvolvimento Econômico), além de técnicos e diretores.

Da assessoria

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