Eduardo Amorim volta a alertar crescimento dos índices de violência em SE

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Plenário do Senado

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O senador Eduardo Amorim (PSC-SE) utilizou o Plenário do Senado na terça-feira, 11, para destacar a falta de segurança nos municípios brasileiros. Ele afirmou que os brasileiros vivem com uma ‘guerra urbana’. Ele disse que a falta de segurança é um fenômeno há algum tempo instalado no País e vai além do exorbitante número de homicídios, assaltos, latrocínios, roubos a caixas eletrônicos, sequestros relâmpago e outros.

Para justificar a precariedade dessa área no País, o senador apresentou números do índice de Progresso Social (IPS). Segundo ele, entre os 132 países analisados pelo documento, o nosso país ocupa 122º posição no ranking de segurança pessoal. “O Brasil, lamentavelmente, é um dos 24 países com maior média de mortes violentas, mais de 20 homicídios por 100 mil habitantes”, explicou Eduardo.

Violência em Sergipe

O senador avaliou como péssima a situação da Segurança Pública em Sergipe. “O menor Estado da federação é hoje um péssimo exemplo de administração pública, em todos os setores governamentais”, disse Eduardo. Ele falou ainda que “este ano, só no primeiro semestre, foram 629 homicídios, sendo 327 no interior e 299 na Capital”.

 Avaliando que não houve avanço na Segurança Pública sergipana, Eduardo mostrou que só nesse primeiro semestre foram registrados oito mil roubos nas delegacias. “Só a ônibus, foram mais de 500. Isso representa um aumento de aproximadamente 40% em relação ao mesmo período do ano passado”, disse Eduardo.

Outro fato que chamou a atenção do senador foi a situação dos policiais civis e delegados de Sergipe, que realizam a Operação Parcelamento. “Diante da grave crise financeira que o Estado enfrenta, o Governo de Sergipe decidiu, de forma covarde, parcelar o salários dos servidores públicos”, lamentou.

O parlamentar afirmou que, diante desse quadro, os policiais civis e os delegados sergipanos decidiram iniciar esta operação, que consiste na redução das atividades de polícia judiciária. “Uma resposta a esse cruel parcelamento”, disse.

Assessoria de Imprensa

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