Crise no governo: presidente do BNDES se antecipa e pede demissão

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Na manhã deste domingo, 16, o economista Joaquim Levy renunciou à presidência do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), após declarações do presidente Jair Bolsonaro, de que ele estava “com a cabeça a prêmio”.  A saída de Levy  é a primeira baixa na equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Foi no sábado (15), que Bolsonaro declarou que estava “por aqui” com Levy. O estopim, foi a indicação do advogado Marcos Barbosa Pinto para a diretoria de Mercado de Capitais do banco. Ele foi assessor do BNDES no governo do PT e voltaria ao banco para o cargo de diretor de Mercado de Capitais do BNDES.

O advogado Barbosa também se demitiu no sábado, em carta ao ainda presidente do BNDES.

Na quinta-feira (13), o governo anunciou a demissão do general Carlos Alberto dos Santos Cruz da Secretaria de Governo. E na sexta-feira, 14, durante encontro com jornalistas, Bolsonaro disse que demitiria também o general Juarez Aparecido de Paulo Cunha da presidência dos Correios por ter comportamento sindicalista.

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