Cinema Vitória sofre com determinações da Rua do Turista

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Reaberto há pouco mais de dois anos, o Cinema Vitória, um dos mais tradicionais cinemas de Sergipe, vem sofrendo com atitudes da administração da Rua do Turista. Além de promover eventos que ultrapassam o limite do volume do som permitido em Sergipe, a administração proibiu a abertura da porta localizada na Rua Propriá após o fechamento das lojinhas de artesanato.

O local é de responsabilidade da Secretaria de Turismo (Setur), mas a administração da Rua do Turista tem autonomia para reabrir e fechar, como fazia anteriormente ao dia 14 último. Tal atitude acaba prejudicando o público que frequenta as últimas sessões do Cine. O único acesso liberado após às 17 horas nos finais de semana e após às 19h em dias úteis é o localizado no calçadão da Rua Laranjeiras.

Desde quando o Cine foi reaberto, a porta lateral da Rua Propriá ficava disponível para a saída do público que acompanhava a sessão iniciada às 19 horas. O local é mais seguro e cômodo para os clientes do Cinema que estacionam seus veículos nas proximidades. Porém, desde a última sexta-feira, 14, isso ficou impossível devido à determinação dos administradores da Rua do Turista.

“Fomos informados por um segurança da Rua do Turista dessa nova regra. De maneira formal, esse comunicado não nos foi feito. A mudança prejudica muito a clientela do Cine que acompanha a última sessão do dia, pois terá que fazer a volta caminhando para buscar seus respectivos veículos. Sabemos que a segurança é algo importante nos momentos de lazer e não queremos que o público do Cine fique exposto a nenhum tipo de perigo”, diz a administradora do Cinema Vitória, Deyse Rocha.

Segundo Deyse, por algumas vezes a administração da Rua se mostrou alheia às necessidades do Cine. “Lutamos para reabrir um símbolo da cena audiovisual de Sergipe e continuamos a luta para deixá-lo aberto para um público que sempre espera o melhor do Cine Vitória. Não entendo porque temos que lidar com essas atitudes da administração do local, afinal, contribuímos economicamente com a Rua do Turista, outro importante símbolo da história local”, explica.

Deyse Rocha informa também que toma medidas necessárias para reverter esse quadro. “Estamos procurando reveter essa mudança. Não queremos que o nosso público sofra com isso”, ressalta.

Assessoria de Comunicação – Casa Curta-SE

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