Balança comercial sergipana registrou déficit de US$ 2,9 milhões em dezembro

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Análise realizada pelo Núcleo de Informações Econômicas (NIE), com o apoio do Centro Internacional de Negócios – CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), apontou que as exportações, em dezembro de 2018, somaram aproximadamente US$ 4,7 milhões, contraindo-se em 27,5%, quando comparado com o mês de dezembro do ano passado, e diminuindo 9,8% em relação ao mês imediatamente anterior (novembro/2018). Enquanto isso, as importações ficaram em US$ 7,7 milhões, com queda de 46,9%, no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. Já em relação às importações do mês de novembro de 2018, a retração foi 39,4%. Por fim, o saldo da balança comercial, no último mês do ano, ficou deficitária, fechando o mês com saldo negativo de US$ 2,9 milhões.

No mês em análise, as vendas de Sucos de laranja, congelado, não fermentados fecharam em US$ 1,8 milhão, respondendo por 38,3% das exportações sergipanas. Já as vendas Outros açúcares de cana, beterraba, sacarose quimicamente pura, sol somaram aproximadamente US$ 1,2 milhão, representando 24,8% das exportações. Dessa forma, 63,1% das exportações do estado foram representadas por esses dois produtos. O principal destino dos itens produzidos em Sergipe, no mês analisado, foi o Iêmen, que demandou 24,7% das vendas do estado. Em termos nominais, as vendas para os iemenitas somaram quase US$ 1,2 milhão. O segundo principal destino das exportações sergipanas foram os Países Baixos, que adquiriram quase US$ 1,1 milhão ou, em termos percentuais, 22,4%.

Já as importações, do mês em análise, concentraram-se nas aquisições de Outros trigos e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura, que somou US$ 2,9 milhões, ou 38,1% das compras sergipanas, e Fios texturizados de poliésteres, crus, que totalizou mais de US$ 645,9,8 mil ou 8,4% das compras do mês. Quanto à origem dos produtos adquiridos por Sergipe, os fornecedores que se destacaram foram Argentina e Estados Unidos ao enviarem US$ 2,9 milhões e pouco mais de US$ 1 milhão em produtos, respectivamente.

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