Aracaju recebe o ator Eraldo Fontiny com “Gente, a Lili Sumiu!”

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Aracaju recebe no dia 17 de maio, no teatro Atheneu, Lili, a menina que sempre faz o que quer porque “sua mãe deixa”, com o espetáculo “Gente, a lili sumiu!”. Sucesso na internet, o ator Eraldo Fontiny e sua personagem Lili possuem cerca de 315 mil seguidores na rede social Instagram, que acompanham as aventuras da menina que diz “A minha mãe deixa”. Desta vez a Lili irá sumir e o público terá que descobrir quem foi o envolvido.

Eraldo Fontiny já esteve em Aracaju uma vez e está ansioso pela volta a cidade litorânea. “Estou muito feliz indo a Aracaju novamente, já tem muito tempo que apresentei na cidade e estou voltando. Esse é espetáculo, que é um momento muito importante para minha carreira e para mim também, não só levando a Lili, como também os outros personagens que na internet e nas redes sociais a galera se diverte bastante. Gosto muito de Aracaju e apesar de ser um espetáculo bem interativo com a plateia, vai emocionar muito também e vamos nos divertir bastante”, destaca.

O ator Eraldo Fontiny traz o sucesso da internet e da televisão com uma peça que é inspirada no episódio “Quem matou Barbosa”, da série TV Pirata. No monologo Fontiny interpreta vários personagens como, Meire Caixeta, Seu Manel, Marcos Paulo e Cynthya, que podem estar envolvidos no sumiço da criança Lili.

Apesar da personagem Lili ser famosa entre o público infantil o ator Eraldo Fontiny alerta que o espetáculo não é recomendado para crianças, sendo a classificação indicativa de 14 anos, não sendo permitida a entrada de crianças mesmo com autorização dos pais. 

Muitas crianças amam a Lili porque ela é realmente muito engraçada. Apresento uma comédia, mas quero também colocar os pais para refletirem sobre a criação dos filhos. A Lili é uma menina sem limites, desbocada, cruel, uma criança que perdeu a inocência, ela é sádica, ela fuma, ela é tudo que uma criança não pode ser e ela sempre diz que a mãe deixou. Assim como muitas crianças que vemos hoje em dia. Hoje, os filhos nascem com celular na mão, têm redes sociais e sabem de tudo o que está acontecendo. É assustador. Com isso, acho que as crianças ficam adultas muito rápido, mas com a idade de criança. Eu gosto de frisar que a peça é para adultos e traz uma crítica importante para os pais que não colocam limites nos filhos”, explica Eraldo.

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